sábado, 7 de novembro de 2009

Tadinho de meu blog, tem juntado teia de aranha nele, ultimamente. =[

E isso é tudo que eu tenho a dizer [blog mais sem graça, impossível]

Qualquer dia que eu tiver tempo/vontade louca eu volto e despejo um bilhão de coisas aqui.

Por enquanto, beijos.

=***

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

=/

Quero minha vida de volta.

=(

Sem tempo nem pra cagar, gente.

Beijos.

=***

sábado, 19 de setembro de 2009

Diário.

Oi gente... faz um tempão que eu não posto, eu sei... é que ultimamente a vida estah foda, eu começei a trabalhar, saio de casa de manhã muito cedo e soh volto pra ela, morta de cansada, tarde da noite. Nos fins de semana, ando dormindo 12 horas por noite e saindo pouco, pq tenho que estudar. Ai, vida maluka. Daí este blog vai ficando abandonado, e quando venho postar, são só posts assim chatos sobre a minha vida e sobre como ela estah, essas coisas chatas, pq nem tenho cabeça de pensar em algo mais "elaborado" que postar. Nesse presente momento, por exemplo, eu deveria estar fazendo um trabalho de Literatura Portuguesa, e não estou. Mas daqui a pouco começo. Vou esperar Kellyca chegar, porque Kellyca eh um amor de pessoa de quem eu estou morrendo de saudades e ela vai vir me ajudar.

Mas enfim, vamos contar de coisas boas e coisas ruins que aconteceram neste meio tempo em que eu fikei sem postar e que me fizeram pensar bastante. Primeiro, a coisa boa: eu, ateh então, não acreditava que existisse amizade verdadeira entre meninas que gostam de meninas. Não sei, acho que eu tive muito azar de conhecer e fazer "amizade" com mulheres de espírito muito baixo e com o cérebro do tamanho de uma ervilha, dessas sem escrúpulos mesmo, que vão fazer qualquer coisa pra comer (sim, esse eh o termo) a menina que elas quiserem sem ligar se a dita cuja eh a mais nova ex ou atual namorada da melhor amiga. Sem ligar se vão magoar alguém com suas atitudes, dessas que não dão valor a mais nada além de "arrasar na buatchi", "causar com as beesha na balada", "se jogar na naitch", e todos esses outros clichês que todo mundo conhece do mundo gay. (soh um parenteses pra dizer que a sapa mais clichê que eu conheço na minha vida se a acha a mais alternativa do mundo, igual a todo aquele povo de sexta feira a noite na augusta, que se acham tão diferentes que fica todo mundo igual). Enfim: crianças.

E eu não sei vcs, mas eu não gosto da idéia da minha melhor amiga pegando a minha ex namorada com quem eu acabei de terminar e ainda sou apaixonada. Pois eh, era esse o tipo de lésbica que eu conhecia. Mulheres machistas e escrotas, que tratam as outras mulheres da mesma forma como os homens nos tratam muitas vezes: como mulher objeto. Tanto eh assim que ultimamente eu andava muito descepcionada com esse mundo sapatão. Mas ultimamente, eu tenho conhecido meninas diferentes. Meninas inteligentes. Meninas com caráter, e com algo a mais na cabeça além de buceta. Meninas que tratam as outras meninas com respeito, que eh assim que eu acho que deve ser. Meninas com desejos, sonhos, problemas e o mais importante: adultas o suficiente pra fazer amizade. Descobri então que o problema não é o mundo lésbico, mas os tipos de lésbicas que eu conhecia antes e as que conheço agora. E fikei maravilhada ao chegar a conclusão de que nessas duas últimas semanas eu praticamente soh saí com meninas que gostam de meninas, e me diverti como não me divertia a muito tempo. E não rolou brigas, ninguém furou o olho de ninguém, ninguém deu pitti de ciumes por causa de ninguém, ninguém fez intriguinha com ninguém. Coisas que eu estava realmente acreditando que eram lendas em um brejeiro. E eh muito bom poder ter amigas assim gays como você, descobri isso também. É uma luz no escuro, e me sinto feliz em poder escrever isso, afinal de contas, acho que ninguém aqui discorda que ser gay as vezes pode ser a coisa mais solitária do mundo.

Aliás, falando em solidão, partimos para a segunda coisa, a parte ruim de tudo o que aconteceu. Eu as vezes me pego pensando na minha vida e em tudo o que eu jah passei e que já me aconteceu, e não sei, apesar de eu soh ter sentindo realmente uma vez o que eu entendo por amor, acho que eu tenho o dom de atriar pessoas doidas, fechadas, e espinhosas pra perto de mim. Pessoas que se retraem absolutamente, pessoas que não se dão, não se entregam, não se abrem, e portanto, não me dão aquilo que eu preciso, não me saceiam. Como eh difícil encontrar alguém disposta a se jogar, a se entregar. Todo mundo hoje em dia tem medo de se envolver, e eu ateh entendo, embora isso não faça sentido pra mim... mas não sei... estou escrevendo tudo isso pra contradizer o post anterior, na verdade. Eu achei que dessa vez eu ia me jogar de verdade, mas não, não vou, vou continuar aqui mesmo onde estou. Espinhos demais, receios demais, medos demais, amarguras demais. Eu prefiro ficar aqui porque estou cansada de ser sempre eu que segura as rédeas da coisa toda. Sou sempre eu que pego, ponho no colo, mimo, cuido, sustento... e quando a pessoa já não precisa mais dos meus servisos, ou quando eu peço um pouco de atenção: pé na minha bunda. Cansei, quando será que eu vou encontrar alguém que se interesse em fazer tudo isso por mim também? Alguém que me ame de verdade pela pessoa que eu sou, e não tenha interesse puramente em sugar tudo que eu tenho de bom? Ateh hoje, naum encontrei ninguém. As pessoas não me amam por aquilo que eu sou, mas por aquilo que eu posso oferecer. A única pessoa que eu sei que realmente me ama pela pessoa que eu sou, eu não consigo corresponder. =[

Não eh triste demais esses encontros e desencontros dessa vida? Espero que um dia as coisas parem de girar e se encaixem, porque mais uma vez elas não se encaixaram.
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quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Mente, Mente [03 de Setembro de 2009]

É idiota, e nem é da conta de ninguém, mas eu queria compartilhar com que lê este blog [se é que alguém além de mim o lê] que eu estou feliz e ansiosa. Amanhã viajoooooooo. Feriado, viva! Mato saudades. Me afogo em travesseiros. Bagunço cabelos. Durmo ouvindo sussuros. Nossa, fazia tanto tempo que essas coisas não me aconteciam e me deixavam assim, ansiosa e feliz, que eu nem me lembrava mais que esse tipo de realidade absurdamente surreal que a gente forma no escuro de um quarto ainda poderia existir pra mim. Mas existe, mesmo que dessa vez tenha aconteceido comigo assim: o perfeito no imperfeito. Existe agora puro, agora só de risos e saudades, de gosto doce. De meeeeeel. E café da amanhã com leite e aveia e ouvindo os passarinhos cantar e o cachorro latir. É estranho, porque tudo isso me assusta, mas não me dá medo. E gostoso, é prazeroso. E só, nada mais. Não sei bem como estou, e ultimamente isso não vem me preocupando, soh sei que me sinto bem com isso que sinto, mesmo sem saber o que é ou quanto tempo vai durar. E no meio de tantas histórias terríveis que eu escuto sobre relacionamentos, sejam héteros, gays, ou lés, é um alívio ter algo bom pra postar, vocês não acham? Pelo menos quando eu leio algo bom, me sinto bem tbm. Vou ateh deixar uma música aqui, pra ocasião:

"Por favor chegue cedo
E abra a porta devagar
Devagar, devagar
Cante uma canção lenta
Lenta, lenta,
lenta, lenta
Ou ligue o rádio baixo
Baixo, baixo,
baixo, baixo...
Deite ao meu lado calmamente
Mente, mente,
mente, mente
E me aperte furiosamente
Mente, mente,
mente, mente
E me deixe alto, alto, alto...
E me deixe alto, alto, alto...

Daí eu te prometo
Prometo sim
Te deixar...
Mole... mole... mole...
Mole... mole... mole..."
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[Ney Matogrosso - Mente, Mente, do Inclassificáis] (esse moço é GENIAL, fikadica.)
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sábado, 29 de agosto de 2009

Aniversário da editora Malagueta.

Gente, hoje a Editora Malagueta, a primeira editora lésbica do Brasil, completa um ano de existência. Pra quem não conhece nada sobre a editora (embora eu acredite ser difícil passar por este blog uma leitora que nunca tenha ouvido falar dela) eu recomendo uma passagem pelo site pois quem não conheçe e se interessa pelo assunto está perdendo muita coisa. Quem organiza e comanda a editora é Laura Bacellar, diretora. Eu, particularmente, admiro demais o trabalho destas mulheres, que tiveram a sensibilidade de perceber o quanto o público gay e principalmente, o público lésbico, sofre de uma enorme carência de tudo: desde ídolos (descêntes) com os quais se identificar, até estudos acadênicos sobre a homossexualidade feminina; e principalmente de livros e de boa literatura que tenha o poder de atingir e comover não somente a nós, mas a todos, como ocorre já com alguns autores gay masculinos que eu tanto amo, como Caio Fernando Abreu e, um rescentemente descoberto, João Silvério Trevisan. Estes autores estão conseguindo, na minha humilde opnião, porque sempre há quem diga o contrário, se desvincular da marginalização em que são postos quando são rotulados de "autores homossexuais", apenas, e não são vistos como "escritores completos", como ocorre geralmente. De certa forma a qualidade literária e a versatilidade de ambos tribla este preconceito. E eu estou esperando que uma autora lésbica conquiste este mesmo patamar em breve. O fato de já existir uma editora que esteja disposta a atender este público já facilita em muito.

Por isso que eu admiro o trabalho da editora e deixo aqui o endereço e um chamado: vamos a festa de aniversário das meninas! Ela vai contecer ali no Piaf Bar, na Alameda Franca, nº 303, Jd. Paulista, perto da 9 de julho. (tel: 25019821) Estarei por lá, e espero encontrar pessoas!

E parabéns ás meninas da editora pelo ohtimo trabalho!
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domingo, 23 de agosto de 2009

Bound - (Corky)

Gente, essa daqui é a Corky:
Eu sei, eu sei, ela é uma das personagens principais do filme Bound, um filme lés muito bom e que eu recomendo. Eu ia postar umas fotos da atriz mesmo, mas sei lah, eu curto TANTO a personagem, toda vez que eu vejo o filme fico mole quando essa mulher aparece.
O que mais me espantou foi ver quem que faz "par romântico" com ela nesse filme: Jenniffer Tilly, sim, a mesma atriz que faz Liar Liar, com o Jim Carey, e que tem uma voz inconfundível... rsrsr. Eu fiquei espantada. Sabe aquelas atrizes que você nunca vai imaginar em um filme lés? Então, é ela. E vejam só, ela se saiu, MUITO bem, a safadinha. [Vide a cena da primeira vez em que as duas se pegam] ;)

Gosto desse filme, bastante, as duas formam um casal muito foda, mas principalmente a Corky, fetiches a parte, me mata. O_O.
Assitam o filme, meninas, eu recomendo. Podem baixar aqui. Em rmvb e legendado.
É como eu sempre digo, mulher é um demônio. Meu reino e todo o resto pela Corky.
E Corky: pegael. rsrsr. ;)
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quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Estou feliz. [19 de Agosto de 2009]

Ando sentindo coisas que eu não sentia a MUITO tempo. De verdade, coisas boas, que eu já nem lembrava que uma pessoa poderia sentir. Coisas como segurança. De mim mesma, vejam só. Sentindo como se eu estivesse fazendo a coisa certa a se fazer na hora certa. Ando me sentindo inteira, nenhum pedaço de mim pertence a qualquer outra pessoa que não seja eu: eu dona de mim mesma, daquilo que penso, das minhas opniões, de mim mesma. Ai, como é bom essa sensação de estar assim, inteira.

Ando sentindo saudades... saudades e um medindo. Claro, isso sempre, neh. Medinho e um frio na barriga toda vez que abro meu hotmail. O foda é isso, e se eu estiver enganada? E se não for nada aquilo do que eu imagino, e se não der certo e eu quebrar de novo a cara? E se a distância distanciar mais, aumentar as ilusões, separar os corpos por um tempo imsuportável... e se... e se tantas coisas acontecerem? Bom, lidarei com elas... vai saber...

Meu posts cada vez ficam mais subjetivos e corridos, e cada vez mais raros... queria ter mais tempo pra escrever e postar aqui e no dialogandoo, mas com 7 matérias pesadíssimas no mesmo semestre, mais estágio mais atravessar a cidade inteira todo santo dia eu juro, fica meio difícil... mas mesmo assim, vou tentar manter.

Post estranho e apressado de quem precisa ir entregar documentos na biblioteca mas mesmo assim queria marcar presença postando do pc da faculdade.
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sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Hard To Explain


Was an honest man
Asked me for the phone
Tried to take control

Oh, I don't see it that way
I don't see it that way

Oh, we shared some ideas
All obsessed with fame
Says we're all the same

Oh, I don't see it that way
I don't see it that way

Raised in Carolina
"I'm not like that"
Trying to remind her
When we go back

I missed the last bus, I'll take the next train
I try but you see, it's hard to explain
I say the right things, but act the wrong way
I like it right here, but I cannot stay
I watch the TV; forget what I'm told
Well, I am too young, and they are too old
The joke is on you, this place is a zoo
"You're right it's true"

Says he can't decide
I shake my head to say
Everything's just great

Oh, I just can't remember
I just can't remember

Raised in Carolina, she says:
" I'm not like that"
Trying to remind her
When we go back

I say the right things but act the wrong way
I like it right here but I cannot stay
I watch the TV; forget what I'm told
Well, I am too young, and they are too old
Oh, man, can't you see I'm nervous, so please
Pretend to be nice, so I can be mean
I miss the last bus, we take the next train
I try but you see, it's hard to explain
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[The Strokes]
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